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	<title>daniellsantana.com &#187; Política</title>
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	<description>Diferencial competitivo em Marketing Político</description>
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		<title>Assembléia Legislativa do Amazonas em clima de Eleição.</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Oct 2010 05:38:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Política Amazonas]]></category>
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		<category><![CDATA[Belarmino Lins]]></category>
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Enquanto as forças se acomodam e se estabelece o novo cenário político do estado, o Parlamento amazonense vive dias movimentados. Nem tanto pela presença, ou ausência, dos deputados, mas sim pela chegada da Lei de Diretrizes Orçamentárias oriunda do Poder Executivo à Casa, e pelo clima pré-eleitoral de disputa à nova Presidência do Poder Legislativo, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://daniellsantana.com/wp-content/uploads/2010/10/plenário-ale.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1597" title="plenário ale" src="http://daniellsantana.com/wp-content/uploads/2010/10/plenário-ale.jpg" alt="" width="416" height="277" /></a></p>
<p>Enquanto as forças se acomodam e se estabelece o novo cenário político do estado, o Parlamento amazonense vive dias movimentados. Nem tanto pela presença, ou ausência, dos deputados, mas sim pela chegada da Lei de Diretrizes Orçamentárias oriunda do Poder Executivo à Casa, e pelo clima pré-eleitoral de disputa à nova Presidência do Poder Legislativo, que aos poucos ganha corpo explicitamente.</p>
<p>Mesmo a escolha do novo Presidente vindo a ocorrer somente em fevereiro, é evidente que este fim de ano será regido por essa batuta da <em>eleição interna </em>da Casa. Tentativas de composições, rearranjos e busca de melhor posicionamento será a tônica dos deputados. Das entrelinhas ao discurso aberto é um pulo.</p>
<p>Há três semanas, logo após o pleito de 3 de outubro, nada mais nada menos do que cinco deputados da base governista manifestaram, ou se deixaram manifestar, desejo de ocupar a nobre cadeira presidencial. O grupo da &#8220;resistência&#8221; por sua vez, formado pelos recém eleitos Marcelo Ramos, Tony Medeiros(?) e José Ricardo se manifestou indicando o nome do também &#8220;resistente&#8221; deputado Luiz Castro à mesma corrida. O atual presidente Belarmino Lins, meio que se fingindo de morto, não perdeu tempo e veiculou sua vontade de mais um mandato.  E correndo por fora sempre há quem tembém esteja em condições de disputa.</p>
<p>Neste cenário de vários pretendentes até assuntos municipais da capital amazonense ganharam à tribuna. Pelas vozes dos deputados Chico Preto e Marcos Rotta ouvimos críticas ao atual prefeito de Manaus, Amazonino Mendes, além de intervenções coerentes sobre a aprovação atabalhoada de mais uma taxa ao contribuinte manauara, a recém criada &#8216;taxa do estacionamento&#8217;, ou Zona Azul.</p>
<p>Nas manchetes de jornais, já há dois ou três dias, vimos o Ministério Público no encalço das ONG&#8217;s, OSCIP&#8217;s ou Fundações ligadas à parlamentares, que supostamente vinham sendo utilizadas com fins eleitoreiros. Tudo isso vinculado à afirmação do próprio Belarmino Lins, atual Presidente do Poder Legislativo, de que parlamentares da base governistas eram contemplados anualmente com recursos do Executivo para investimentos a seu bel prazer &#8211; e em certos casos em suas próprias Fundações &#8211; ao invés das legais e regimentais Emendas Orçamentárias. Enfim, o cenário está posto, o tabuleiro revolto.</p>
<p>Mas o que vai ficanfo claro pela ação dos próprios deputados, pelo movimento de outros agentes de poder e pelo olhar e posicionamento dos veículos de comunicação é que nessa corrida eleitoral à nova Mesa Diretora o espaço ficará muitíssimo reduzido para deputados ligados a Fundações e para o próprio Presidente Belarmino, vide o desgaste deste perante os próprios deputados e, principalmente, perante à opinião pública.</p>
<p>Se esta visão acima descrita estiver correta já seria possível eliminar da corrida sucessória à presidência da Casa três deputados postulantes. Vicente Lopes e Ricardo Nicolau por estarem ligados à Fundações e o próprio Belarmino Lins pelo desgaste político &#8211; decorrente do assunto das &#8220;falsas emendas orçamentárias&#8221; travestidas de &#8220;indicações de obras e investimentos&#8221; (<a href="http://www.acritica.com/manaus/Amazonia-Amazonas-Manaus-Deputado_diz_que_-falsas_emendas-_sao_uma_vergonha_para_a_Assembleia_0_361763865.html" target="_blank">ler ACrítica</a>) e por estar completando já seis anos de presidência, três mandatos consecutivos.</p>
<p>Assim, a julgar por este cenário e pelo posicionamento dos deputados adotado em plenário &#8211; e bastidores &#8211; neste mês de outubro, teríamos então os deputados Chico Preto, Marcos Rotta e Luiz Castro acelerando o passo e em franca posição de oficializar candidatura.</p>
<p>Resta, entretanto, saber pr&#8217;aonde sopram os ventos políticos neste jogo.  E essa brisa marítima, aquela que literalmente vem do mar, talvez seja o fator mais importante.</p>
<p>Abraços,<br />
D.</p>
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		<title>“A Política no Brasil é personalizada”, Roberto da Matta.</title>
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		<pubDate>Sun, 20 Dec 2009 07:27:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Política Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Alberto Almeida]]></category>
		<category><![CDATA[Partidos Políticos]]></category>
		<category><![CDATA[Roberto da Matta]]></category>

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		<description><![CDATA[
Participei na tarde da última quinta (17) de Conferência on line do Projeto &#8220;E Agora Brasil?&#8221; promovido pelo Instituto Teotônio Vilela. Com tema &#8221;Política, Futebol e Carnaval&#8221;, os conferencistas foram o sociólogo Alberto Almeida e o antropólogo Roberto da Matta, apresentados pelo Deputado Federal Luiz Paulo Vellozo Lucas, Presidente do ITV.
Interessantes observações dos conferencistas nos levam a pensar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-medium wp-image-691 aligncenter" style="margin-top: 3px; margin-bottom: 3px; border: 1px solid black;" title="robertodamatta" src="http://daniellsantana.com/wp-content/uploads/2009/12/robertodamatta-300x200.jpg" alt="robertodamatta" width="300" height="200" /></p>
<p>Participei na tarde da última quinta (17) de Conferência on line do Projeto &#8220;E Agora Brasil?&#8221; promovido pelo Instituto Teotônio Vilela. Com tema &#8221;Política, Futebol e Carnaval&#8221;, os conferencistas foram o sociólogo Alberto Almeida e o antropólogo Roberto da Matta, apresentados pelo Deputado Federal Luiz Paulo Vellozo Lucas, Presidente do ITV.</p>
<p>Interessantes observações dos conferencistas nos levam a pensar em como resolver o nó em que o Brasil insiste em não saber desatar: seu sistema político é aristocrático.</p>
<p>Nascido como país colônia, somos resultado diretos de circunstâncias e imposições imperialistas da antiga corôa portuguesa. Nossa história social e subjetividade coletiva certamente sofrem com esse referêncial. Para o antropólogo Roberto da Matta, a situação atual da política brasileira é fruto de um sistema constituído a partir da &#8220;personalização&#8221; do papel político. &#8220;A política é personalizada&#8221;, afirma DaMatta. Os partidos políticos tornam-se instrumentos fisiológicos para poucos atuarem em função de outros poucos. Personalizando o papel coletivo em torno de si, os atuais políticos reconstróem perenemente relações coloniais, em que a sociedade fôra criada para servir ao Estado, e não o contrário.</p>
<p>Para DaMatta, a personalização do ente público propicia uma certa capacidade de &#8221;dramatização&#8221; por pate de certos políticos do enredo do povo brasileiro. O que é prejudicial à democracia e à participação efetivamente coletiva em política. Quando um sujeito aprende, e bem &#8220;dramatiza&#8221; os anseios de uma coletividade em torno de sua persona, o coletivo perde. Surge a figura do salvador e a política passa a ser vivida como um ciclone, onde tudo gira em torno desta persona. Cria-se um ciclo mortal à democracia em que os que estão ao redor nada fazem para contrariar o rei, e em muitos casos ocorre o inverso pernicioso em que tudo fazem para agradá-lo.</p>
<p>A solução, segundo DaMatta é &#8220;a reconstrução do espaço público&#8221;, criar instituições e fortalecer a democracia. &#8220;Os políticos precisam aprender a ouvir mais a sociedade. Tem muita gente repensando o Brasil&#8221; conclui o antropólogo.</p>
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		<title>FHC e Sarney, algumas diferenças.</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Jul 2009 08:39:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Política Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[FHC]]></category>
		<category><![CDATA[José Sarney]]></category>

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		<description><![CDATA[Semana produtiva! Mesmo que o Brasil insista em se esvair em escândalos  precisamos produzir, afinal, navegar é preciso, já diria o poeta.  Estivemos esta semana em Brasília para, dentre trabalhos internos e  rotineiros, representar o Instituto em reunião de Planejamento  Estratégico, e por conta também de Sessão solene no Senado em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://daniellsantana.com/wp-content/uploads/2010/10/44.1.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1429" title="OLYMPUS DIGITAL CAMERA" src="http://daniellsantana.com/wp-content/uploads/2010/10/44.1-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a>Semana produtiva! Mesmo que o Brasil insista em se esvair em escândalos  precisamos produzir, afinal, navegar é preciso, já diria o poeta.  Estivemos esta semana em Brasília para, dentre trabalhos internos e  rotineiros, representar o Instituto em reunião de Planejamento  Estratégico, e por conta também de Sessão solene no Senado em razão da  comemoração dos 15 anos do Plano Real.</p>
<p>No Congresso, deixando de  lado assuntos que são de domínio público, chamou-me atenção duas imagens  emblemáticas de terça e quarta feiras à tarde.</p>
<p>Na terça, não  resisti e iniciei minha carreira de paparazzi ao filmar de dentro do  plenário [Senado] o pronunciamento do Presidente Fernando Henrique. Ato deliberadamente proibido,  tive que filmar ao melhor estilo “câmera escondida”. Situação inusitada,  afinal, não é todo dia que temos um ex-presidente [respeitado]  discursando na tribuna do Senado. Não me contive nesse registro  histórico! Mais inusitado, e aí é que quero comentar, foi ao final de  seu pronunciamento, já nos corredores, o assédio sofrido por FHC. Coisa  de louco! Não tinha visto nada parecido. Disputa que por um breve  momento me fez duvidar dos postulados da física moderna &#8211; vários corpos  ocupando o mesmo espaço. Perdi a conta de quantos jornalistas  pressionavam sua excelência contra paredes e entre eles mesmos. Por um  breve momento, realmente pensei que a teoria Newtoniana seria  desbancada, tamanho o aglomerado de seres ocupando o mesmo espaço.</p>
<p>Sem  ter como parar para entrevistas, parar ali seria um turbilhão maior  ainda, FHC caminhou lentamente entre os jornalistas até o momento de  mais sossego, na escada caracol (foto), quando enfim conseguiu respirar.</p>
<p>O  outro momento, em contraponto a este de terça, deu-se na tarde de  quarta. Antes do início da Sessão, ao chegar no Senado, o atual  presidente do Congresso, Senador Sarney, mostrou em simples ato o quanto  está sendo difícil manter sua biografia de pé. Ao sair do elevador que  fica entre o Plenário e o acesso a sua sala, sala da Presidência na  verdade, os seguranças trataram de fazer o famoso cordão de isolamento  para conter os jornalistas e assegurar passagem livre a sua excelência.  Cordão de isolamento feito, Sarney teve acesso &#8220;tranquilo&#8221; (se é que  algo está tranquilo ali) à sala da Presidência &#8211; sem, diga-se de  passagem nem ao menos acenar para jornalistas e transeuntes que  divagavam naquele ambiente.</p>
<p>Contraste efetivo! Digno de registro.  Um mal pode caminhar entre mortais, e outro, imortal que é, precisa de  cordão de isolamento &#8211; mesmo que isolamento seja seu fim. Triste fim&#8230;</p>
<p>Abraços,<br />
D.</p>
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