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	<title>daniellsantana &#187; Política</title>
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		<title>Glândula timo e partidos políticos</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Dec 2009 08:14:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Partidos Políticos]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>

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No meio do peito, atrás do esterno e colada ao coração, bem no local onde apontamos quando falamos &#8220;eu&#8221;, existe uma glândula de importância vital para os seres humanos: a glândula timo. Nome de origem grega, thymus significa energia vital. A glândula era até pouco tempo negligenciada pela medicina.  Desconhecida por muitos, tem características de crescer quando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://daniellsantana.com/wp-content/uploads/2009/12/evolucao2.jpg"></a><a href="http://daniellsantana.com/wp-content/uploads/2009/12/evolucao21.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-834" title="evolucao2" src="http://daniellsantana.com/wp-content/uploads/2009/12/evolucao21.jpg" alt="" width="490" height="192" /></a></p>
<p>No meio do peito, atrás do esterno e colada ao coração, bem no local onde apontamos quando falamos &#8220;eu&#8221;, existe uma glândula de importância vital para os seres humanos: a glândula timo. Nome de origem grega, <em>thymus</em> significa energia vital. A glândula era até pouco tempo negligenciada pela medicina.  Desconhecida por muitos, tem características de crescer quando estamos contentes, e murchar quando estressados, e mais ainda<span id="more-434"></span> quando adoecemos. Por sempre ter sido estudada em autópsias era encontrada em tamanho bem diminuto, fazendo a medicina de décadas passadas supor que a glândula atrofiava na adolescência.</p>
<p>Mas por entre tantas funções, destaco aqui uma em especial: a glândula timo é responsável pelo registro genético de nossas células, sendo um dos pilares de nosso sistema imunológico. É nela que se produz a &#8220;célula T&#8221;.  A célula ao passar pelo timo recebe nosso registro de identidade genética. De posse desse registro a &#8220;célula T&#8221; assume a missão de identificar &#8220;corpos estranhos&#8221; no organismo, invasores, vírus, etc. Então, ao encontrá-los, argui-los e, se for o caso, acionar os mecanismos de defesa do organismo contra aquele invasor.</p>
<p>Acontece que, mais importante é o fato de ser a célula T responsável por nossa, digamos que, &#8220;evolução&#8221; biológica. Ao que pese o viés biologicista, não muito a mim peculiar, o exemplo aqui é salutar, pois, o que vem a ser um &#8220;corpo estranho&#8221;, um &#8220;invasor&#8221; em um sistema, senão algo que nos força a mudanças?</p>
<p>Imaginem vocês agora um diálogo entre uma célula T e um &#8220;invasor&#8221;. A célula T, de posse da identidade genética do indivíduo, diz: &#8220;Auto, quem é você? Você não é um dos nossos! Retire-se ou chamarei os leucócitos&#8221;. Eis que &#8220;o invasor&#8221; responde: &#8220;Calma companheira! Não sou um simples invasor. Sou um mensageiro. E vim lhes dizer que o mundo lá fora é diferente. Se vocês não se adaptarem, morrerão&#8221;.</p>
<p>Pronto! Está posta a evolução biológica do ser humano &#8211; um simples caso de adaptabilidade ao meio. A verdade é que não são [só] os &#8220;mais fortes que sobrevivem&#8221;, mas sim os &#8220;mais aptos&#8221;. Adaptar-se é a regra número um dos seres humanos.</p>
<p>Escrevo isto ao acabar de rever um programa televisivo da ManagemenTV sobre a empresa de consultoria <em>Thymus Branding -</em> consultoria estratégica, e também empolgado com a leitura do livro recém adquirido &#8220;A Estratégia de Barack Obama&#8221;, em que os autores detalham pontos da estratégia vitoriosa de Campanha Eleitoral à presidência de Obama. E ao ler e ter contato com este tipo de material, cada vez mais tenho a convicção de que a política está mudando. Aliás, já mudou! A eleição de Obama é marco divisor. Isto é fato! Política é algo profissional, cada vez mais profissional. A cada dia que passa tem um livro novo a ser lido, uma análise a ser feita, uma estratégia a ser lançada, metas, planejamento, internet, interatividade, webTV, etc. Tudo, exatamente tudo em política esta sendo profissionalizado. A política velha está cheia de &#8220;corpos estranhos&#8221;. E quem não se adaptar, ficará para trás.</p>
<p>Penso ser chegada a hora dos partidos políticos, e demais instituições políticas, colocarem sua glândula timo pra funcionar, e reconhcerem como o &#8220;meio externo&#8221; mudou, como a sociedade mudou &#8211; para mudarem junto, adaptarem-se, tornarem-se definitivamente &#8220;aptos&#8221;, pois que &#8220;só os mais aptos sobrevivem&#8221;.</p>
<p>Abraços,</p>
<p>D.</p>
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		<title>&#8220;A Política no Brasil é personalizada&#8221;, Roberto da Matta.</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Dec 2009 05:27:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Antropologia]]></category>
		<category><![CDATA[Política Brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[Roberto da Matta]]></category>

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		<description><![CDATA[
Participei agora pela tarde (17/dez) de Conferência on line do Projeto &#8220;E Agora Brasil?&#8221; promovido pelo Instituto Teotônio Vilela. Com tema &#8221;Política, Futebol e Carnaval&#8221;, os conferencistas foram o sociólogo Alberto Almeida e o antropólogo Roberto da Matta, apresentados pelo Deputado Federal Luiz Paulo Vellozo Lucas, Presidente do ITV.
Interessantes observações dos conferencistas nos levam a pensar em como [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-medium wp-image-691 aligncenter" style="margin-top: 3px; margin-bottom: 3px; border: 1px solid black;" title="robertodamatta" src="http://daniellsantana.com/wp-content/uploads/2009/12/robertodamatta-300x200.jpg" alt="robertodamatta" width="300" height="200" /></p>
<p>Participei agora pela tarde (17/dez) de Conferência on line do Projeto &#8220;E Agora Brasil?&#8221; promovido pelo Instituto Teotônio Vilela. Com tema &#8221;Política, Futebol e Carnaval&#8221;, os conferencistas foram o sociólogo Alberto Almeida e o antropólogo Roberto da Matta, apresentados pelo Deputado Federal Luiz Paulo Vellozo Lucas, Presidente do ITV.</p>
<p>Interessantes observações dos conferencistas nos levam a pensar em como resolver o nó em que o Brasil insiste em não saber desatar: seu sistema político é aristocrático.<span id="more-335"></span></p>
<p>Nascido como país colônia, somos resultado diretos de circunstâncias e imposições imperialistas da antiga corôa portuguesa. Nossa história social e subjetividade coletiva certamente sofrem com esse referêncial. Para o antropólogo Roberto da Matta, a situação atual da política brasileira é fruto de um sistema constituído a partir da &#8220;personalização&#8221; do papel político. &#8220;A política é personalizada&#8221;, afirma DaMatta. Os partidos políticos tornam-se instrumentos fisiológicos para poucos atuarem em função de outros poucos. Personalizando o papel coletivo em torno de si, os atuais políticos reconstróem perenemente relações coloniais, em que a sociedade fôra criada para servir ao Estado, e não o contrário.</p>
<p>Para DaMatta, a personalização do ente público propicia uma certa capacidade de &#8221;dramatização&#8221; por pate de certos políticos do enredo do povo brasileiro. O que é prejudicial à democracia e à participação efetivamente coletiva em política. Quando um sujeito aprende, e bem &#8220;dramatiza&#8221; os anseios de uma coletividade em torno de sua persona, o coletivo perde. Surge a figura do salvador e a política passa a ser vivida como um ciclone, onde tudo gira em torno desta persona. Cria-se um ciclo mortal à democracia em que os que estão ao redor nada fazem para contrariar o rei, e em muitos casos ocorre o inverso pernicioso em que tudo fazem para agradá-lo.</p>
<p>A solução, segundo DaMatta é &#8220;a reconstrução do espaço público&#8221;, criar instituições e fortalecer a democracia. &#8220;Os políticos precisam aprender a ouvir mais a sociedade. Tem muita gente repensando o Brasil&#8221; conclui o antropólogo.</p>
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