<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>daniellsantana.com &#187; Política Amazonas</title>
	<atom:link href="http://daniellsantana.com/category/politica/politica-amaz/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://daniellsantana.com</link>
	<description>Diferencial competitivo em Marketing Político</description>
	<lastBuildDate>Mon, 09 Apr 2012 23:47:05 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.3.1</generator>
		<item>
		<title>Assembléia Legislativa do Amazonas em clima de Eleição.</title>
		<link>http://daniellsantana.com/assembleia-legislativa-em-clima-de-eleicao/</link>
		<comments>http://daniellsantana.com/assembleia-legislativa-em-clima-de-eleicao/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 28 Oct 2010 05:38:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Política Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[ALE-AM]]></category>
		<category><![CDATA[Belarmino Lins]]></category>
		<category><![CDATA[Chico Preto]]></category>
		<category><![CDATA[Luiz Castro]]></category>
		<category><![CDATA[Marcos Rotta]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://daniellsantana.com/?p=1593</guid>
		<description><![CDATA[
Enquanto as forças se acomodam e se estabelece o novo cenário político do estado, o Parlamento amazonense vive dias movimentados. Nem tanto pela presença, ou ausência, dos deputados, mas sim pela chegada da Lei de Diretrizes Orçamentárias oriunda do Poder Executivo à Casa, e pelo clima pré-eleitoral de disputa à nova Presidência do Poder Legislativo, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://daniellsantana.com/wp-content/uploads/2010/10/plenário-ale.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1597" title="plenário ale" src="http://daniellsantana.com/wp-content/uploads/2010/10/plenário-ale.jpg" alt="" width="416" height="277" /></a></p>
<p>Enquanto as forças se acomodam e se estabelece o novo cenário político do estado, o Parlamento amazonense vive dias movimentados. Nem tanto pela presença, ou ausência, dos deputados, mas sim pela chegada da Lei de Diretrizes Orçamentárias oriunda do Poder Executivo à Casa, e pelo clima pré-eleitoral de disputa à nova Presidência do Poder Legislativo, que aos poucos ganha corpo explicitamente.</p>
<p>Mesmo a escolha do novo Presidente vindo a ocorrer somente em fevereiro, é evidente que este fim de ano será regido por essa batuta da <em>eleição interna </em>da Casa. Tentativas de composições, rearranjos e busca de melhor posicionamento será a tônica dos deputados. Das entrelinhas ao discurso aberto é um pulo.</p>
<p>Há três semanas, logo após o pleito de 3 de outubro, nada mais nada menos do que cinco deputados da base governista manifestaram, ou se deixaram manifestar, desejo de ocupar a nobre cadeira presidencial. O grupo da &#8220;resistência&#8221; por sua vez, formado pelos recém eleitos Marcelo Ramos, Tony Medeiros(?) e José Ricardo se manifestou indicando o nome do também &#8220;resistente&#8221; deputado Luiz Castro à mesma corrida. O atual presidente Belarmino Lins, meio que se fingindo de morto, não perdeu tempo e veiculou sua vontade de mais um mandato.  E correndo por fora sempre há quem tembém esteja em condições de disputa.</p>
<p>Neste cenário de vários pretendentes até assuntos municipais da capital amazonense ganharam à tribuna. Pelas vozes dos deputados Chico Preto e Marcos Rotta ouvimos críticas ao atual prefeito de Manaus, Amazonino Mendes, além de intervenções coerentes sobre a aprovação atabalhoada de mais uma taxa ao contribuinte manauara, a recém criada &#8216;taxa do estacionamento&#8217;, ou Zona Azul.</p>
<p>Nas manchetes de jornais, já há dois ou três dias, vimos o Ministério Público no encalço das ONG&#8217;s, OSCIP&#8217;s ou Fundações ligadas à parlamentares, que supostamente vinham sendo utilizadas com fins eleitoreiros. Tudo isso vinculado à afirmação do próprio Belarmino Lins, atual Presidente do Poder Legislativo, de que parlamentares da base governistas eram contemplados anualmente com recursos do Executivo para investimentos a seu bel prazer &#8211; e em certos casos em suas próprias Fundações &#8211; ao invés das legais e regimentais Emendas Orçamentárias. Enfim, o cenário está posto, o tabuleiro revolto.</p>
<p>Mas o que vai ficanfo claro pela ação dos próprios deputados, pelo movimento de outros agentes de poder e pelo olhar e posicionamento dos veículos de comunicação é que nessa corrida eleitoral à nova Mesa Diretora o espaço ficará muitíssimo reduzido para deputados ligados a Fundações e para o próprio Presidente Belarmino, vide o desgaste deste perante os próprios deputados e, principalmente, perante à opinião pública.</p>
<p>Se esta visão acima descrita estiver correta já seria possível eliminar da corrida sucessória à presidência da Casa três deputados postulantes. Vicente Lopes e Ricardo Nicolau por estarem ligados à Fundações e o próprio Belarmino Lins pelo desgaste político &#8211; decorrente do assunto das &#8220;falsas emendas orçamentárias&#8221; travestidas de &#8220;indicações de obras e investimentos&#8221; (<a href="http://www.acritica.com/manaus/Amazonia-Amazonas-Manaus-Deputado_diz_que_-falsas_emendas-_sao_uma_vergonha_para_a_Assembleia_0_361763865.html" target="_blank">ler ACrítica</a>) e por estar completando já seis anos de presidência, três mandatos consecutivos.</p>
<p>Assim, a julgar por este cenário e pelo posicionamento dos deputados adotado em plenário &#8211; e bastidores &#8211; neste mês de outubro, teríamos então os deputados Chico Preto, Marcos Rotta e Luiz Castro acelerando o passo e em franca posição de oficializar candidatura.</p>
<p>Resta, entretanto, saber pr&#8217;aonde sopram os ventos políticos neste jogo.  E essa brisa marítima, aquela que literalmente vem do mar, talvez seja o fator mais importante.</p>
<p>Abraços,<br />
D.</p>
<img src="http://daniellsantana.com/?ak_action=api_record_view&id=1593&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://daniellsantana.com/assembleia-legislativa-em-clima-de-eleicao/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Notas sobre a Política baré: Alfredo / Omar / Serafim</title>
		<link>http://daniellsantana.com/200/</link>
		<comments>http://daniellsantana.com/200/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2009 07:46:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Política Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[Alfredo Nascimento]]></category>
		<category><![CDATA[Amazonino Mendes]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições 2010]]></category>
		<category><![CDATA[Omar Aziz]]></category>
		<category><![CDATA[Serafim Corrêa]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://daniellsantana.com/?p=200</guid>
		<description><![CDATA[
A quinze meses das Eleições 2010, hoje falo acerca dos nomes de Alfredo / Omar / Serafim. Estas parcas notas surgem como um simples desdobramento de conversa que tive pela manhã no trabalho com um funcionário da segurança. Ao que pese não ser ele nenhum analista político, é figura do povo. Assim, como todo conhecimento [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://daniellsantana.com/wp-content/uploads/2010/06/alfredoomarserafim1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-808" title="alfredoomarserafim" src="http://daniellsantana.com/wp-content/uploads/2010/06/alfredoomarserafim1.jpg" alt="" width="405" height="162" /></a></p>
<p>A quinze meses das Eleições 2010, hoje falo acerca dos nomes de Alfredo / Omar / Serafim. Estas parcas notas surgem como um simples desdobramento de conversa que tive pela manhã no trabalho com um funcionário da segurança. Ao que pese não ser ele nenhum analista político, é figura do povo. Assim, como todo conhecimento emana do <em>sócius</em>, chamou-me àtenção uma inesperada observação por ele feita.</p>
<p>Entre idas e vindas nos corredores da Assembléia Legislativa do Amazonas, dialogava com o segurança sobre o cenário do próximo pleito. Pensávamos juntos na possibilidade do quiprocó entre Omar e Alfredo como candidatos, visto que os dois são base do mesmo governo. Defendia eu, a plena possibilidade de termos os dois como candidatos sim, e o amigo segurança já achava isso difícil, visto que Eduardo Braga, influenciado por Lula, teria que optar por apenas um deles &#8211; à princípio o Ministro dos Transportes, Alfredo Nascimento. Afirmava ainda o segurança, sua descrença na candidatura de Omar, com a estígma de vice e diante do recente fracasso eleitoral, mesmo com todo o apoio da máquina.</p>
<p>Lembrei-o porém, que Omar será governador tão logo Eduardo se desemcompatibilize do cargo para a disputa do Senado. E isto, o poder da caneta e do orçamento em mãos, pode lhe dar a sensação de <em>poder</em> e de poder ser candidato.</p>
<p>Enfim, em certo tempo concordávamos os dois sobre as duas possibilidades, até mesmo porque o jogo ainda está sendo jogado, os dados estão rolando. Agora, o que me trouxe surpresa foi quando desenhei um cenário entre Omar, Alfredo e&#8230; Serafim, na disputa a governo do estado. O segurança pulou e disse: &#8220;nããão, o Serafim vem pra Deputado Estadual!!!&#8221;. Ora pois, onde teria o amigo ouvido isso?! Perguntei-me. Já disse acima que não se trata de nenhum analista político, mas, achei-me na obrigação de um desdobramento desse dizer enquanto enunciado social. Então vejamos.</p>
<p>É sabido de todos a rejeição eleitoral com que Serafim disputou as últimas eleições. Fruto dentre outras coisas, do secretariado que ele próprio montou, da <em>modus</em> estritamente tecnocrático de lidar com política de massa, de estar cercado de pessoas inexperientes, etc. Mas também é sabido que durante o processo eleitoral essa rejeição diminuiu. Diminuindo muito ou pouco &#8211; não entrarei aqui neste debate, mesmo que já tenha firmado posição sobre isso &#8211; o fato é que numa disputa entre quatro candidatos, Serafim chegou em segundo lugar.</p>
<p>Naquela conjuntura obteve X votos. Com esse número absoluto de votos, Serafim seria candidatíssimo a Deputado Federal, ao Senado, e lógico, a Governador. O que teria então feito o amigo segurança, figura do povo, pensar em Deputado Estadual? Das duas uma (ou as duas): ou o segurança não é nenhum pouco simpatizante de Serafim ou esse número de votos conseguidos não representa necessariamente, e nem de longe, a densidade eleitoral de Serafim Corrêa.</p>
<p>Lembro que ano passado, minutos após a apuração de segundo turno que decretou Amazonino como &#8220;novo&#8221; prefeito de Manaus, conversava justamente sobre isso com dois políticos (de mandato) do cenário político amazonense.</p>
<p>Causou-me enorme espanto a visão de ambos, ao defenderem que Serafim saíra &#8220;fortalecido da eleição&#8221;, afinal ele &#8220;saíra com X% de votos da capital, algo em torno de tantos mil eleitores como densidade eleitoral&#8221;.</p>
<p>Perguntei-me de imediato: como alguém que é O atual prefeito, é derrotado, e ainda assim pode sair &#8220;fortalecido da eleição&#8221;?! Enfim, pensamento de políticos. Vejo que os meus caros amigos, por serem figuras de &#8220;dentro do jogo&#8221;, tinham uma visão muito peculiar sobre densidade eleitoral. O conceito de densidade eleitoral por eles aplicado era tal qual o que aplicaria um economista, formado na secura dos números.</p>
<p>O aporte filosófico do que vem a anunciar um <em>numenum</em> não é da ordem das ciências exatas, não se dá a apreender no plano <em>ôntico</em>. <em>Numenum</em> na verdade é algo que <em>em-si</em> não existe. Não existe na natureza. É sim um signo lingüístico, criado pelo <em>ser da linguagem</em> &#8211; a saber, o Homem &#8211; na tentativa de apreender um real fugidio. Ou seja, o número é nada mais, nada menos que, a expressão de uma subjetividade, não tendo por extensão, valor absoluto.</p>
<p>Ora, meus caros amigos políticos, e tantos outros de dentro do campo de jogo, esquecem-se de analisar o conceito de <em>subjetividade</em> e por isso, não só, mas também, dificilmente encontraremos políticos que transcendam o plano <em>ôntico</em> das coisas. Aliás, no nível da política de hoje em dia isso é praticamente impossível. Mas aí, há de se dar um desconto, seria demais também, se todos os políticos tivessem este saber, eu e tantos outros assessores perderíamos mercado de trabalho.</p>
<p>O fato é que, pasmem, &#8220;eleição&#8221; não se dá em números, estes, já disse acima, não existem, são apenas expressão de algo d&#8217;outra ordem, e &#8220;densidade eleitoral&#8221; não é possível ser medida em pleito de segundo turno. Este, desde o mecanismo da reeleição é, necessariamente, um plebiscito.</p>
<p>D&#8217;outra sorte, e ainda mais importante, é o fato de que as duas últimas eleições municipais, 2004 e 2008, foram o que chamo de &#8220;eleições conjecturais&#8221;. Ou seja, quem ganhou a eleição de 2004, não foi o Serafim, os votos não foram dele. Mas sim de uma vontade de ruptura que movia o inconsciente popular. Movimento iniciado ainda em 2002, com a eleição de Lula. E, por incrível que pareça, o mesmo se deu na eleição de 2008 &#8211; eis uma grande proeza de Serafim. Não foi Amazonino quem venceu. A eleição de 2008 não teve vencedores! E nem poderia tê-los.</p>
<p>Sempre disse que essas duas eleições foram na verdade uma só, dividida em dois momentos. Infelizmente o azar foi de Manaus que não viu surgir nesse meio termo nenhuma nova liderança. Alias, parece-me esta uma boa temática para análises futuras: <em>como surgir nova liderança em uma política inerte e viciada?</em> Difícil. Agora o mais incrível é como os políticos não enxergam o vazio simbólico por que passa o imaginário popular, ninguém se habilita, é um marasmo só!</p>
<p>Voltando à <em>densidade eleitoral</em>. Como neguei a importância dos dois últimos pleitos municipais de segundo turno, para melhor dialogar com o amigo segurança, seria coerente pensarmos em uma média das últimas três eleições de primeiro turno que Serafim disputou, sobretudo a de 2000, que a meu ver foi a mais diluída em discurso eleitoral &#8211; salvaguardado o fato de que naquela eleição ainda estava na disputa um Gilberto Mestrinho. Porém, reconheço que o mais correto, após passado o momento eleitoral de 2008, seria a utilização de pesquisa eleitoral. Pesquisa mista para ser mais exato. Qualitativa e quantitativa, sobre o &#8220;candidato&#8221; Serafim Corrêa, para assim saber a real condição de sua densidade eleitoral.</p>
<p>Enfim, em 2010, ao que tudo indica, será o primeiro pleito a não conter as figuras de, outrora monstros populistas do estado, Gilberto e Amazonino. Será decerto, um avanço para a democracia moderna. O imaginário popular certamente estará em busca de novos referenciais, e a certo modo orfão daquele tipo peculiar de liderança, exercida por aqueles velhos senhores.</p>
<p>Uma boa análise antropológica da cultura provinciana baré deixará claro que este é um momento ímpar, e quem detiver esse entendimento e um bom conjunto de técnicas em <em>Marketing 2.0</em>, não tenho a menor dúvida em afirmar que sairá na frente.</p>
<p>Desdobro análise sobre <em>&#8220;a cultura político-eleitoral amazonense a partir da figura do pai&#8221;</em> em outro momento.</p>
<p>Abraços,<br />
D.</p>
<img src="http://daniellsantana.com/?ak_action=api_record_view&id=200&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://daniellsantana.com/200/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

