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	<title>daniellsantana.com &#187; Política Brasil</title>
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	<description>Diferencial competitivo em Marketing Político</description>
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		<title>“A Política no Brasil é personalizada”, Roberto da Matta.</title>
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		<pubDate>Sun, 20 Dec 2009 07:27:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel</dc:creator>
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Participei na tarde da última quinta (17) de Conferência on line do Projeto &#8220;E Agora Brasil?&#8221; promovido pelo Instituto Teotônio Vilela. Com tema &#8221;Política, Futebol e Carnaval&#8221;, os conferencistas foram o sociólogo Alberto Almeida e o antropólogo Roberto da Matta, apresentados pelo Deputado Federal Luiz Paulo Vellozo Lucas, Presidente do ITV.
Interessantes observações dos conferencistas nos levam a pensar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-medium wp-image-691 aligncenter" style="margin-top: 3px; margin-bottom: 3px; border: 1px solid black;" title="robertodamatta" src="http://daniellsantana.com/wp-content/uploads/2009/12/robertodamatta-300x200.jpg" alt="robertodamatta" width="300" height="200" /></p>
<p>Participei na tarde da última quinta (17) de Conferência on line do Projeto &#8220;E Agora Brasil?&#8221; promovido pelo Instituto Teotônio Vilela. Com tema &#8221;Política, Futebol e Carnaval&#8221;, os conferencistas foram o sociólogo Alberto Almeida e o antropólogo Roberto da Matta, apresentados pelo Deputado Federal Luiz Paulo Vellozo Lucas, Presidente do ITV.</p>
<p>Interessantes observações dos conferencistas nos levam a pensar em como resolver o nó em que o Brasil insiste em não saber desatar: seu sistema político é aristocrático.</p>
<p>Nascido como país colônia, somos resultado diretos de circunstâncias e imposições imperialistas da antiga corôa portuguesa. Nossa história social e subjetividade coletiva certamente sofrem com esse referêncial. Para o antropólogo Roberto da Matta, a situação atual da política brasileira é fruto de um sistema constituído a partir da &#8220;personalização&#8221; do papel político. &#8220;A política é personalizada&#8221;, afirma DaMatta. Os partidos políticos tornam-se instrumentos fisiológicos para poucos atuarem em função de outros poucos. Personalizando o papel coletivo em torno de si, os atuais políticos reconstróem perenemente relações coloniais, em que a sociedade fôra criada para servir ao Estado, e não o contrário.</p>
<p>Para DaMatta, a personalização do ente público propicia uma certa capacidade de &#8221;dramatização&#8221; por pate de certos políticos do enredo do povo brasileiro. O que é prejudicial à democracia e à participação efetivamente coletiva em política. Quando um sujeito aprende, e bem &#8220;dramatiza&#8221; os anseios de uma coletividade em torno de sua persona, o coletivo perde. Surge a figura do salvador e a política passa a ser vivida como um ciclone, onde tudo gira em torno desta persona. Cria-se um ciclo mortal à democracia em que os que estão ao redor nada fazem para contrariar o rei, e em muitos casos ocorre o inverso pernicioso em que tudo fazem para agradá-lo.</p>
<p>A solução, segundo DaMatta é &#8220;a reconstrução do espaço público&#8221;, criar instituições e fortalecer a democracia. &#8220;Os políticos precisam aprender a ouvir mais a sociedade. Tem muita gente repensando o Brasil&#8221; conclui o antropólogo.</p>
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		<title>FHC e Sarney, algumas diferenças.</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Jul 2009 08:39:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<description><![CDATA[Semana produtiva! Mesmo que o Brasil insista em se esvair em escândalos  precisamos produzir, afinal, navegar é preciso, já diria o poeta.  Estivemos esta semana em Brasília para, dentre trabalhos internos e  rotineiros, representar o Instituto em reunião de Planejamento  Estratégico, e por conta também de Sessão solene no Senado em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://daniellsantana.com/wp-content/uploads/2010/10/44.1.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1429" title="OLYMPUS DIGITAL CAMERA" src="http://daniellsantana.com/wp-content/uploads/2010/10/44.1-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a>Semana produtiva! Mesmo que o Brasil insista em se esvair em escândalos  precisamos produzir, afinal, navegar é preciso, já diria o poeta.  Estivemos esta semana em Brasília para, dentre trabalhos internos e  rotineiros, representar o Instituto em reunião de Planejamento  Estratégico, e por conta também de Sessão solene no Senado em razão da  comemoração dos 15 anos do Plano Real.</p>
<p>No Congresso, deixando de  lado assuntos que são de domínio público, chamou-me atenção duas imagens  emblemáticas de terça e quarta feiras à tarde.</p>
<p>Na terça, não  resisti e iniciei minha carreira de paparazzi ao filmar de dentro do  plenário [Senado] o pronunciamento do Presidente Fernando Henrique. Ato deliberadamente proibido,  tive que filmar ao melhor estilo “câmera escondida”. Situação inusitada,  afinal, não é todo dia que temos um ex-presidente [respeitado]  discursando na tribuna do Senado. Não me contive nesse registro  histórico! Mais inusitado, e aí é que quero comentar, foi ao final de  seu pronunciamento, já nos corredores, o assédio sofrido por FHC. Coisa  de louco! Não tinha visto nada parecido. Disputa que por um breve  momento me fez duvidar dos postulados da física moderna &#8211; vários corpos  ocupando o mesmo espaço. Perdi a conta de quantos jornalistas  pressionavam sua excelência contra paredes e entre eles mesmos. Por um  breve momento, realmente pensei que a teoria Newtoniana seria  desbancada, tamanho o aglomerado de seres ocupando o mesmo espaço.</p>
<p>Sem  ter como parar para entrevistas, parar ali seria um turbilhão maior  ainda, FHC caminhou lentamente entre os jornalistas até o momento de  mais sossego, na escada caracol (foto), quando enfim conseguiu respirar.</p>
<p>O  outro momento, em contraponto a este de terça, deu-se na tarde de  quarta. Antes do início da Sessão, ao chegar no Senado, o atual  presidente do Congresso, Senador Sarney, mostrou em simples ato o quanto  está sendo difícil manter sua biografia de pé. Ao sair do elevador que  fica entre o Plenário e o acesso a sua sala, sala da Presidência na  verdade, os seguranças trataram de fazer o famoso cordão de isolamento  para conter os jornalistas e assegurar passagem livre a sua excelência.  Cordão de isolamento feito, Sarney teve acesso &#8220;tranquilo&#8221; (se é que  algo está tranquilo ali) à sala da Presidência &#8211; sem, diga-se de  passagem nem ao menos acenar para jornalistas e transeuntes que  divagavam naquele ambiente.</p>
<p>Contraste efetivo! Digno de registro.  Um mal pode caminhar entre mortais, e outro, imortal que é, precisa de  cordão de isolamento &#8211; mesmo que isolamento seja seu fim. Triste fim&#8230;</p>
<p>Abraços,<br />
D.</p>
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		<title>15 anos de um novo Brasil</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Jul 2009 08:33:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<description><![CDATA[Nesta útima terça-feira (7 julho) no Plenário do Senado Federal  prestou-se homenagem aos 15 anos do Plano Real. Propositura de Arthur  Virgílio e do deputado federal José Aníbal, a sessão solene contou com a  presença ilustre dos economistas Wiston Fritsch, Edmar Bacha e Gustavo  Franco, do ex-ministro da Fazenda Rubens Ricupero, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://daniellsantana.com/wp-content/uploads/2010/10/43.2.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1425" title="OLYMPUS DIGITAL CAMERA" src="http://daniellsantana.com/wp-content/uploads/2010/10/43.2-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a>Nesta útima terça-feira (7 julho) no Plenário do Senado Federal  prestou-se homenagem aos 15 anos do Plano Real. Propositura de Arthur  Virgílio e do deputado federal José Aníbal, a sessão solene contou com a  presença ilustre dos economistas Wiston Fritsch, Edmar Bacha e Gustavo  Franco, do ex-ministro da Fazenda Rubens Ricupero, Ministro Eduardo  Jorge Caldas, Ministro José Jorge de Vasconcelos Lima, do ex-presidente  Fernando Henrique Cardoso e de tantas outras figuras do cenário político  brasileiro.</p>
<p>Presidida pelo então &#8211; ainda &#8211; presidente do  Congresso, o Senador Sarney, a curiosidade da Sessão foi a composição da  mesa, colocando lado a lado Arthur Virgílio, Sarney e Fernando Henrique  Cardoso, mostrando um breve momento de trégua no Congresso e de  maturidade das instituições brasileiras.</p>
<p>Guardados os confetes pelo festejo, temos como certo que o Plano Real é história brasileira. Existem vários <em>Brasis</em> e certamente um deles fez-se após o Plano Real. O que hoje temos como  realidade econômica e social só é possível pela reorganizaçào do Estado  Brasileiro iniciada na década de 90. Moeda forte, equilibrio econômico,  derrubada da inflação, estabilidade social, etc. são muitos os legados  do Plano. Decerto a estabilidade e relativo conforto financeiro que o  Brasil passa hoje não seriam possíveis sem o legado do Plano Real. Eis  que a história se faz presente!</p>
<p>Abraços,<br />
D.</p>
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